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Redes de Cooperação Cultural Transnacionais: Portugal europeu, lusófono e iberoamericano

Este é um projeto de investigação de pós-doutoramento, apoiado pela FCT com a referência SFRH/BPD/101985/2014, que está a ser desenvolvido em Portugal (CECS-UM), em Espanha (FCC-USC) e no Brasil (ECA-USP) https://culturalcooperationnetworks.wordpress.com/sobre/.

O projeto visa, através do diagnóstico de fatores críticos de sucesso do processo de comunicação no seio de redes e entre redes, fomentar e qualificar as práticas de trabalho em rede dos profissionais e das organizações do setor cultural e criativo portugueses, apoiando a aquisição de aptidões, competências e conhecimentos que concorram para facilitar o acesso mais generalizado às oportunidades profissionais e para promover a cooperação cultural nacional e transnacional. O plano de trabalhos da investigação, que se iniciou em fevereiro de 2015 e termina em janeiro de 2021, integra a realização de três Congressos Internacionais:

  • O primeiro em Portugal, no ano de 2016;
  • O segundo em Espanha, no ano de 2018;
  • O terceiro no Brasil, no ano de 2020.

Os congressos visam promover a discussão crítica e construtiva sobre as redes de cooperação cultural transnacionais, respetivamente, no contexto lusófono, no contexto europeu e no contexto iberoamericano.

O Congresso Internacional - "Redes de Cooperação Cultural Transnacionais: Um olhar sobre a realidade lusófona" ocorrerá no dia 16 de novembro de 2016 na Sala de Atos do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho (Braga - Portugal).

A Comissão Científica do Congresso convida todos os interessados a apresentar comunicações que sejam contributos substantivos para a reflexão e intervenção no domínio da gestão de redes culturais, nomeadamente no que concerne a aspetos relacionados com os seguintes tópicos:

  • Políticas Culturais;
  • Cooperação Cultural;
  • Comunicação Intercultural;
  • Comunicação Estratégica e Organizacional;
  • Capacitação dos profissionais do setor cultural e criativo;
  • Mobilidade e Internacionalização

Apresentação

As redes, enquanto modelo de organização social, e a cooperação, enquanto forma de intervenção cultural, não são invenções contemporâneas, mas é indiscutível que a revolução tecnológica que se iniciou na década de sessenta do século XX provocou alterações significativas nos processos de comunicação contribuindo de forma decisiva para fazer surgir uma nova estrutura social dominante, que apesar de ter contradições representa uma transformação qualitativa da experiência humana; e para que o processo de globalização tenha adquirido uma dinâmica tal que se tornou inevitável a procura de novas e mais imaginativas estratégias para fazer face aos efeitos da glocalização. A promoção de redes de cooperação cultural - formais ou informais e de escala local, regional, nacional ou transnacional -, mais que um perigo, deve por isso ser encarada como uma oportunidade, tanto mais que estas podem potenciar o amplamente reconhecido papel que a cultura pode ter, nomeadamente, no desenvolvimento sustentável à escala local, regional ou transfronteiriça.

A implementação e a participação em redes depende de múltiplos fatores, como por exemplo a afinidade entre os integrantes ou disponibilidade para promover processos de mudança de forma a desenvolver programas de melhoria continuada, sendo que aspetos relacionados com os processos de comunicação e de liderança, associados a dificuldades técnicas e de confiança entre os membros das redes, têm sido apontados como alguns dos entraves à cooperação em rede. Estas poderão ser algumas das condicionantes que têm contribuído para que o trabalho em rede em Portugal no setor cultural esteja, à primeira vista, a ser entendido mais na perspetiva da criação de um conjunto de infraestruturas do que o estabelecimento de uma teia densa de relações; e para que a participação portuguesa em redes de cooperação cultural transnacionais possa estar em linha com a fraca internacionalização dos profissionais do setor cultural e criativo nacionais e europeus.

 
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Eleições dos membros do Conselho das Comunidades Portuguesas

Nos termos do nº 1 do art. 4º da Lei nº 29/2015, de 16 de abril, o Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas fixou a data de 6 de setembro próximo para realização da eleição dos membros do Conselho das Comunidades Portuguesas, através do Despacho nº 6774/2015, de 17 de junho.
A Lei nº 29/2015, de 16 de abril, que procedeu a primeira alteração à Lei nº 66-A/2007, de 11 de dezembro, que define as competências, modo de organização e funcionamento do Conselho das Comunidades Portuguesas, poderá ser consultada na página de internet http://www.portaldascomunidades.mne.pt/images/GADG/PDFs/Lei_nº_29-2015_de_16_de_abril_CCP.pdf.

O Conselho das Comunidades Portuguesas é composto por um máximo de 80 membros, eleitos pelos portugueses residentes no estrangeiro e que sejam eleitores para a Assembleia da República (artigo 3).

Gozam de capacidade eleitoral ativa os cidadãos portugueses residentes no estrangeiro que estejam inscritos até 60 dias antes do dia das eleições nos cadernos eleitorais para a Assembleia da República (nº 1 do art. 5º
 da referida Lei).

Respeitando esse prazo, no dia 9 de junho próximo, a Administração Eleitoral do Ministério da Administração Interna disponibilizará os cadernos eleitorais, que serão utilizados no dia da eleição.

Entre 13 e 23 de julho são publicitadas nos postos cópias fiéis dos cadernos eleitorais, para informação (nº 4 do art. 6º da referida Lei).

Entre os 30 e os 20 dias que antecedem o dia da eleição é feita a apresentação das listas de candidatura, pelo primeiro subscritor de cada lista, perante o representante diplomático ou consular no respetivo círculo eleitoral. 

Consulte aqui os Editais relativos a:

Lista Definitivamente Admitida;

Locais e Horário de funcionamento das Mesas de Voto;

Alteração da composição da Comissão Eleitoral;

Composição das Mesas de Voto;

Constituição da Assembleia de Apuramento Geral;

Apuramento Geral de Resultados.

 
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V Prémio Literário Aldónio Gomes - 2016

Nesta edição (2016), o Prémio Literário Aldónio Gomes, destina-se a galardoar um inédito, na categoria de narrativa juvenil e o prazo para a entrega dos originais inéditos termina a 29 de fevereiro de 2016.

 



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Destaques

   

O 25 de Abril e a Diplomacia

No plano internacional, o poder político saído do movimento militar do 25 de Abril de 1974 foi rapidamente reconhecido pelos principais aliados e países amigos de Portugal, assim como por outras potências com as quais o país não mantinha relações diplomáticas. Os primeiros contactos para dar a conhecer as grandes linhas do Programa do MFA e as intenções da Junta da Salvação Nacional foram em boa medida conduzidos por Mário Soares (recentemente regressado do exílio), em breve nomeado ministro dos Negócios Estrangeiros do I Governo Provisório. A diversificação das relações exteriores de Portugal, o estreitamento dos laços com os países europeus, e o apoio ao dossier da descolonização foram algumas das principais prioridades das novas autoridades nos meses seguintes. Para além das novas perspectivas geradas pela mudança de regime (das quais se destacaria a aproximação às Comunidades Europeias a partir de 1977), o 25 de Abril constituiu igualmente um momento de abertura no tocante à própria actividade diplomática, com os novos concursos de admissão ao MNE a tornarem possível o ingresso das mulheres na profissão. 

No site da Associação dos Amigos do Arquivo Histórico-Diplomático são dados a conhecer alguns documentos relativos a este período, bem como uma tabela que dá conta da expansão das relações diplomáticas do país após 1974. Para mais informações, clique aqui.